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sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Onde reina a esperança.




Ele acordou. O relógio marcava 6:45, estava muito cedo. Virou-se para o lado, e percebeu algo inusitado. A parede do seu quarto estava destruída, com um grande buraco em seu centro. O mais estranho não era isso, mas o que se enxergava do outro lado não era a sua vizinhança.
O menino levantou-se de súbito, assustado. Havia um vasto campo florido no outro lado da parede, uma terra desconhecida. Um grande lago, de uma água acobreada. Definitivamente, ali não era o seu lar.
Tenso, o garoto trocou de roupa e colocou a cabeça para fora do buraco, esperando tê-la arrancada por algo. Por sorte, nada aconteceu. Sua casa já não existia, era somente aquele cômodo, o seu quarto, no meio daquela terra desconhecida. Rodeou o cômodo, e nada encontrou, nenhum vestígio de sua casa, de seus pais.
O medo começou a tomar conta, e então o menino decidiu explorar o lugar, procurar por ajuda. Duas horas de caminhada renderam-lhe apenas desgaste, sede e fome. Lembrou-se de que havia guardado uma maçã em seu criado, e voltou para buscar.
Mas, para a sua surpresa, o seu quarto desaparecera. Ele tinha a certeza de que não havia voltado pelo caminho errado, e nem teria como errar... Mas não encontrou nada. O desespero só aumentou. O menino sentou-se no chão e desabou em prantos. Estava perdido, sozinho, com fome e com sede. E não podia satisfazer nenhuma de suas necessidades.
Ele, então, enxugou os olhos com a camiseta listrada e pôs-se de pé. Pensou em tudo aquilo que lhe dava forças, que o deixava feliz. Pensou em seus pais, pensou em sua casa, pensou em seus amigos, pensou em comida, pensou em brincar. Mas a única coisa que acabou dando certo foi pensar em sonhar. O garoto percebeu que poderia estar sonhando, que tudo aquilo estivesse acontecendo em seu inconsciente, e então fez o que há de melhor a se fazer em um sonho. Desejou água potável. E uma garrafa de água começou a brotar, inesperadamente, da terra. Desejou comida. E árvores passaram a crescer, rapidamente, ao seu redor, dando frutos diversos, alguns desconhecidos. Desejou um abrigo. E, assim, uma cabana se montou sozinha, ao seu lado.
O garoto ficou maravilhado com aquilo. Poderia fazer surgir tudo o que desejasse? Desejou, então, que os pais estivessem ali. Estranhamente, duas criaturas se ergueram da terra, limpando os resquícios de sujeira e ficando de pé, ao lado do menino, sorrindo. Eram seus pais. O menino correu e abraçou-os.
Pronto. Tinha tudo o que queria. Água, comida, um novo lar e seus pais. Mas seriam os três, unicamente, naquele lugar? O menino passou a desejar outras coisas. Amigos, pessoas sábias, pessoas boas. Animais. Desejou, também, alegria, humildade.
E aquele mundo foi se transformando. Em poucos minutos estava totalmente habitado, por seres humanos, animais e plantas. Mas não era um mundo como o qual o garoto estava acostumado. Era diferente.
Havia, no ar, algo que ele jamais conseguira sentir em seu "mundo real". Havia esperança.

sábado, 27 de abril de 2013

O Medo da Evolução


Para uma grande parcela de cientistas, biólogos, mestres e doutores, foi a evolução que moveu esforços para que toda a vida na Terra chegasse aonde chegamos. Cientificamente falando, as evidências são fortes.
Mas muitos não creem nessa teoria. E não entremos nesse ou em outros méritos.
Para a Teoria Evolucionista, o homem é o resultado de um lento processo de alterações - o que chamamos também de mudanças. Nos originamos em uma forma muito simples, e nos modificamos com o passar do tempo, nos adequando ao ambiente, que também muda.

Uma coisa é certa: nosso futuro é incerto.
Evoluímos, sim, a cada dia - ou pelo menos parecemos evoluir.
Tentemos, então, aceitar a evolução... Vamos deixar o melhor chegar para cada um!

sábado, 20 de abril de 2013

A delícia que é escrever!

Inicio aqui a minha trajetória rumo ao meu objetivo: me tornar um bom e reconhecido escritor.

Aqui publicarei textos de minha autoria, críticas, pensamentos, e compartilharei a minha visão de mundo com os leitores que me acompanharem.

Desde cedo sempre tive uma certa afinidade com a escrita. Mas, imaturo, tomava isso apenas como uma obrigação. Com o passar do tempo, percebi que essa intimidade crescia, junto ao desenvolvimento de algumas técnicas. Algumas coisas foram escritas, mas engavetadas, enquanto outras permiti que poucas pessoas, quase ninguém, as lesse.

Descobri que depende só de mim. Se eu quero atingir esse objetivo, sou eu quem precisa plantar a semente,  cuidá-la e colhê-la. Mas o farei com entusiasmo, pois quero compartilhar com cada um de vocês a realização que é poder exercer o pensar, a crítica, poder escrever sobre o que você acredita e sem derrubar o que os outros acreditam.

Fico, hoje, por aqui e espero que possa contar com o apoio de vocês, que serão parte do combustível que me manterá nessa jornada!
Uma boa noite!